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Ainda hoje,
20 anos após
sua morte, Simone
de Beauvoir
continua sendo
objeto de estudo
e tema para
obras de diversos
autores.
Os
links nos títulos
levam às
páginas
das respectivas
editoras que
publicam os
livros no Brasil. |
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Tête-à-Tête
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Tête-à-Tête
-
Simone
de
Beauvoir
and
Jean-Paul
Sartre
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Hazel
Rowley
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2005
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Objetiva
Beauvoir
e
Sartre,
o
lendário
casal
de
escritores-filósofos
mantinha
uma
relação
sabidamente
aberta,
o
que
sempre
gerou
inúmeras
controvérsias.
Através
de
entrevistas
originais
e
acesso
a
material
inédito,
a
biógrafa
Hazel
Rowley
oferece
um
atual
retrato
do
intenso
e
turbulento
relacionamento
dessas
duas
grandes
personalidades.
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O
Século
dos
Intelectuais
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Le
Siècle
des
Intellectuels
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Michel
Winock
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2000
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Bertrand
Brasil
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O
livro
oferece
um
abrangente
estudo
do
papel
político
dos
intelectuais
franceses
desde
o
final
do
século
XIX
até
os
anos
80,
descrevendo
os
confrontos
políticos
que
opuseram
escritores,
filósofos,
artistas
e
cientistas.
Três
nomes
merecem
destaque:
Barrès,
Gide
e
Sartre,
que
viveu
abertamente
sua
relação
amorosa
com
Simone
de
Beauvoir,
a
quem
um
capítulo
do
livro
foi
inteiramente
dedicado. |
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Com
o
subtítulo
de
A
Arte
da
Excepcional
Busca
pela
Felicidade,
o
livro
conta
a
história
de
duas
pessoas
que
ousaram
questionar
a
fantasia
de
uma
relação
amorosa
ordenada.
Jean-Paul
Sartre
e
Simone
de
Beauvoir
mantiveram
um
relacionamento
sólido
e
cúmplice
por
mais
de
50
anos.
Esta
não
é
uma
história
de
escândalos,
mas
do
escândalo
de
uma
excepcional
busca
pela
felicidade. |
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Amor
a
Três
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Three
in
Love
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Barbara
Foster,
Michael
Foster
e
Letha
Hadady
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1997
|
Rosa
dos
Tempos
Os
autores
do
livro
vivem
há
vários
anos
uma
relação
a
três
e
crêem
que
este
amor
não-convencional
é
muito
pouco
conhecido
e
estudado
em
nossa
cultura.
Por
isso,
o
testemunho
dos
que
o
vivenciaram
têm
grande
importância
aos
os
que
buscam
entender
os
limites
da
sexualidade
humana.
Há
no
livro
um
capítulo
exclusivamente
destinado
às
"relações
triangulares"
de
Beauvoir
e
Sartre. |
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Em
1990,
com
a
publicação
da
correspondência
entre
Simone
e
Sartre,
e
do
Journal
de
Guerre
de
Beauvoir,
muitos
fatos
inéditos
foram
revelados
para
Bianca
Lamblin,
que
se
sentiu
enganada
pelo
casal
de
escritores
de
quem
foi
amiga
e
amante.
Diante
dessas
revelações,
a
autora
resolveu
escrever
sua
própria
versão
da
história
na
qual
esteve
envolvida,
e
o
que
ela
lhe
significou. |
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Simone
de
Beauvoir
Hoje
|
Simone
de
Beauvoir
Aujourd'hui
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Alice
Schwarzer
|
1983
|
Rocco
Um
livro
essencial
para
compreender
a
evolução
do
pensamento
feminista
de
Simone
de
Beauvoir,
exposta
em
suas
próprias
palavras,
através
de
seis
entrevistas
concedidas
a
Alice
Schwarzer
entre
1972
e
1982.
Beauvoir
aborda
o
casamento
e
o
amor,
o
aborto
e
a
maternidade,
a
família,
o
homossexualismo
e
a
velhice.
Discorre
também
sobre
seu
trabalho
político,
a
atuação
no
movimento
feminista
e
suas
relações
com
Sartre,
que
participa
de
uma
das
entrevistas.
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Simone
de
Beauvoir
côté
femme
|
Claudine
Monteil
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2006
|
Timée-Editions
Através
de
50
histórias,
Claudine
Monteil
(que
teve
o
privilégio
de
ser
amiga
de
Beauvoir),
apresenta
um
relato
surpreendente
do
percurso
de
Simone,
de
sua
infância
burguesa
até
sua
morte
em
1986.
Um
retrato
íntimo
de
uma
mulher
que
jamais
cessou
de
reivindicar
a
liberdade. |
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Simone
de
Beauvoir
Philosophe
|
Michel
Kail
|
2006
|
PUF
-
Presses
Universitaires
de
France
A
partir
de
uma
frase
misteriosa
de
Beauvoir
em
O
Segundo
Sexo,
que
diz
que
"a
dependência
das
mulheres
não
é
conseqüência
de
um
acontecimento
ou
de
um
porvir",
Michel
Kail
empreendeu
sistemáticas
leituras
aos
textos
filosóficos
de
Beauvoir,
anteriores
a
O
Segundo
Sexo,
a
fim
de
esmiuçar
os
conceitos
da
escritora
e
lhe
permitir
escrever
esta
tese. |
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ZAZA
Amie
de
Simone
de
Beauvoir
1907-1929:
Correspondance
et
carnets
de
Elisabeth
Lacoin
|
Elisabeth
Lacoin
|
2004
|
Editions
L'Harmattan |
Correspondência
e
diários
de
Zaza,
a
melhor
amiga
de
infância
e
adolescência
de
Beauvoir,
morta
precocemente
aos
21
anos.
Seus
textos
íntimos
revelam
uma
jovem
tão
escrupulosa
quanto
maliciosa,
tão
mística
quanto
sensual,
tão
alegre
quanto
destroçada
interiormente,
tão
crítica
das
convenções
mundanas
quanto
arraigada
a
sua
família.
No
fundo,
uma
moça
bem
pouco
"comportada". |
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Simone
de
Beauvoir,
Marguerite
Yourcenar,
Nathalie
Sarraute
|
Elisabeth
Badinter,
Lucette
Finas
e
Jacques
Lassalle
|
2002
|
Bibliothèque
Nationale
de
France |
Elisabeth
Badinter
reivindica
em
seu
texto
um
ponto
de
vista
bastante
subjetivo
sobre
Beauvoir,
que
foi,
para
ela,
como
para
muitas
mulheres,
uma
espécie
de
"mãe
espiritual".
Através
dos
livros
e
cartas
de
Simone,
a
autora
questiona
o
destino
desta
grande
mulher
que
nunca
se
deixou
abater. |
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Les
Amants
de
la
liberté:
Sartre
et
Beauvoir
dans
le
siècle
|
Claudine
Monteil
|
2002
|
J'ai
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