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A obra de Simone
de Beauvoir
desenvolveu-se
basicamente
em três
direções:
Romances, Memórias
e Ensaios.
Os
links nos títulos
levam à
página
da editora que
publica os livros
de Beauvoir
no Brasil.Quando
o título
estiver apenas
em francês
o livro em questão
ainda não
foi traduzido
e publicado
por aqui. |
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 |
 |
A
Convidada
|
L'Invitée
|
1943
O
primeiro
romance
publicado
de
Beauvoir
narra
os
conflitos
de
uma
mulher
de
30
anos,
Françoise
(uma
espécie
de
alter
ego
da
autora),
e
seu
envolvimento
num
trio
amoroso:
ela,
Pierre
Labrouse
e
a
enigmática
Xavière,
jovem
que
exerce
forte
atração
no
casal.
Ambientado
no
período
que
antecedeu
a
Segunda
Guerra
Mundial,
o
livro
disseca
o
amor
em
todos
os
seus
meandros:
ciúme,
decepção,
frustração,
raiva,
incerteza...
|
|
|
|
 |
O
Sangue
dos
Outros
|
Le
Sang
des
Autres
|
1945
O
segundo
romance
de
Simone
retrata
o
conflito
de
um
membro
da
Resistência
durante
a
Segunda
Guerra
Mundial.
Repentinamente,
Jean
Blomart
se
vê
forçado
a
optar
entre
o
engajamento
social
e
o
dever
pessoal.
De
acordo
com
o
pensamento
existencialista,
Beauvoir
procura
analisar
"a
maldição
original
que
constitui,
para
cada
indivíduo,
sua
coexistência
com
todos
os
outros".
Um
livro
bastante
pessoal
no
qual
se
encontra
a
percepção
de
Simone
sobre
a
guerra. |
 |
|
|
 |
Todos
os
Homens
são
Mortais
|
Tous
les
Hommes
sont
Mortels
|
1946
Romance
de
tese,
histórico
e
utópico,
o
livro
conta
a
história
de
um
homem
que,
no
século
XIII,
não
hesita
em
beber
um
elixir
da
imortalidade
para
tentar
escapar
das
limitações
de
sua
condição
de
mortal.
Assim,
o
ambicioso
e
entusiasta
conde
Fosca,
desafia
o
tempo
e
chega
até
os
dias
de
hoje
questionando
tópicos
inerentes
à
natureza
humana,
tais
como
a
ambição,
o
poder,
a
imortalidade,
o
prazer,
o
destino
e
a
transcendência. |
 |
|
|
 |
| Os
Mandarins
|
Les
Mandarins
|
1954 |
Prêmio
Goncourt
de
1954,
este
livro
assinala
na
carreira
de
Simone
de
Beauvoir
seu
definitivo
engajamento
político
e
literário.
Romance
existencialista,
Os
Mandarins
apresenta
um
febril
panorama
da
França
entre
1944
e
1948:
as
repercussões
da
guerra,
a
agitação
intelectual,
a
corrupção
moral,
os
dilemas
e
dúvidas
da
esquerda
e,
sobretudo,
"o
chão
coberto
de
ilusões
desmoronadas".
Para
Beauvoir
seu
livro
não
era
nem
uma
autobiografia
nem
uma
reportagem.
|
|
 |
|
|
 |
As
Belas
Imagens
|
Les
Belles
Images
|
1966
O
livro
aborda
um
período
crítico
da
vida
de
Laurence,
uma
publicitária
da
alta
burguesia
aparentemente
bem-sucedida
que,
por
uma
série
de
contingências,
começa
a
questionar
seus
valores.
Através
do
texto,
Beauvoir
aprofunda
uma
série
de
reflexões,
levando
Laurence
a
reavaliar
a
idéia
básica
que
norteou
sua
vida
e
que
rege
toda
sua
obra:
"Querer-se
livre
é
também
desejar
que
os
outros
sejam
livres." |
 |
|
|
 |
A
Mulher
Desiludida
|
La
Femme
Rompue
|
1968
Contadas
em
forma
de
diário
escrito
pelas
protagonistas,
as
3
histórias
do
livro
[A
Idade
da
Discrição
|
Monólogo
|
A
Mulher
Desiludida]
têm
como
temas
a
solidão
e
o
fracasso,
mas
cada
qual
apresenta
um
enfoque
específico.
As
mulheres
desses
relatos
não
compreendem
bem
o
que
lhes
está
acontecendo,
um
universo
que
até
então
lhes
parecia
seguro
começa
a
desmoronar
e,
aturdidas,
elas
perdem
até
mesmo
a
noção
de
sua
própria
identidade. |
 |
|
|
 |
Quando
o
Espiritual
Domina
|
Quand
Prime
le
Spirituel
|
1979
Escrito
entre
1935
e
1937
este
conjunto
de
cinco
novelas,
que
interligadas
quase
constroem
um
romance,
se
constitui
na
primeira
obra
de
Beauvoir
—
que
foi
recusada
sucessivamente,
em
1938,
pelas
editoras
Gallimard
e
Grasset.
As
cinco
novelas
narram
histórias
de
crise
de
jovens
mulheres:
o
conflito
entre
as
verdadeiras
personalidades
dos
personagens
e
o
meio
em
que
vivem,
repleto
de
hipocrisia
e
de
preconceitos. |
 |
|
|
 |
 |
 |
Memórias
de
uma
Moça
Bem-Comportada
|
Mémoires
d'une
Jeune
Fille
Rangée
|
1958
Compreendendo
o
período
entre
1908
e
1929,
este
livro
dá
início
ao
ciclo
memorialístico
de
Beauvoir.
Em
sua
narrativa,
Simone
divide
com
o
leitor
lembranças
de
sua
infância
e
juventude,
seus
estudos,
suas
amizades
com
Zaza,
Maheu
e
Sartre.
Um
livro
que
revela
todas
as
esperanças
de
uma
jovem
até
então
bem-comportada,
burguesa,
católica...
|
|
|
|
|
 |
A
Força
da
Idade
|
La
Force
de
l'Age
|
1960
Integrando
o
conjunto
de
obras
dedicadas
às
suas
memórias,
este
segundo
volume
compreende
um
período
particularmente
fecundo
da
trajetória
de
Simone
de
Beauvoir
—
os
anos
de
1929
a
1944
—,
constituindo-se
num
relato
de
fatos
decisivos
em
sua
formação
literária,
filosófica,
política,
e
delimitando
o
período
áureo
do
existencialismo.
Neste
livro,
uma
vez
mais,
Beauvoir
aguça
sua
consciência
crítica
num
testemunho
essencial
a
todos
os
que
queiram
conhecer
melhor
as
grandezas
e
misérias
de
nosso
tempo.
|
 |
|
|
 |
A
Força
das
Coisas
|
La
Force
des
Choses
|
1963
A
trajetória
iniciada
em
Memórias
de
uma
Moça
Bem-Comportada
e
continuada
em
A
Força
da
Idade
prossegue
neste
3º
volume
autobiográfico.
Numa
obra
em
que
o
sangue
circula
e
a
vida
brilha,
sempre
questionada
com
seriedade,
Beauvoir
fala
de
pessoas,
livros
e
filmes
que
marcaram
sua
vida;
aborda
acontecimentos
políticos;
e
faz
alguns
relatos
de
viagens,
inclusive
a
que
a
trouxe,
junto
com
Sartre,
ao
Brasil.
O
livro
abrange
o
período
entre
os
anos
de
1944
e
1962. |
 |
|
|
 |
Uma
Morte
Muito
Suave
|
Une
Mort
Très
Douce
|
1964
Beauvoir
narra
de
forma
terna
e
sensível
a
angústia
que
envolveu
a
internação
de
sua
mãe,
para
tratar
inicialmente
de
uma
fratura
do
fêmur
decorrente
de
uma
queda;
e,
posteriormente,
de
sua
morte,
por
câncer.
O
relato
descreve
os
absurdos
da
existência
e
se
presta
igualmente
a
uma
interessante
reflexão
sobre
o
papel
da
medicina
no
prolongamento
da
vida
artificial
de
doentes
terminais.
|
 |
|
|
 |
Balanço
Final
|
Tout
Compte
Fait
|
1972
Mais
um
testemunho
da
coerência
e
da
coragem
que
tornam
Simone
de
Beauvoir
uma
escritora
exemplar.
Desvendando-se
a
si
e
à
sua
vida
com
uma
autenticidade
desconcertante,
a
autora
se
entrega
à
livre
discussão
de
suas
idéias
frente
à
evolução
psicológica,
social
e
política
do
mundo
contemporâneo.
Os
relatos
contidos
no
livro
compreendem
o
espaço
de
tempo
entre
os
anos
de
1962
a
1972. |
 |
|
|
 |
A
Cerimônia
do
Adeus
|
La
Cérémonie
des
Adieux
|
1981
Relato
dos
últimos
dez
anos
da
vida
de
Jean-Paul
Sartre,
companheiro
de
Simone
por
mais
de
cinqüenta
anos,
num
tom
ao
mesmo
tempo
distante
e
comovente.
É
o
"diário"
de
bordo
de
sua
longa
morte,
um
livro
para
se
ler
dividido
entre
o
horror,
a
admiração
e
as
lágrimas.
No
livro
também
constam
uma
série
de
entrevistas
feitas
com
Sartre
em
agosto
e
setembro
de
1974.
|
 |
|
|
 |
Journal
de
Guerre
|
1990
Editados
por
Sylvie
Le
Bon
de
Beauvoir,
estes
relatos,
que
datam
do
começo
da
Segunda
Guerra
(sete
cadernos),
se
constituem
apenas
num
fragmento
do
diário
que
Simone
mantinha
desde
sua
juventude.
É
necessário,
portanto,
considerá-lo
como
parte
de
um
todo
notadamente
mais
vasto.
Sua
publicação
isolada
pode
ser
observada
como
um
complemento
da
correspondência
de
Beauvoir
com
Sartre.
O
diário
compreende
os
anos
entre
1939
e
1941.
|
 |
|
|
 |
Lettres
à
Sartre
(I
e
II)
|
1990
Dividido
em
2
volumes,
o
primeiro
abrange
os
anos
de
1930
a
1939;
o
segundo
volume
compreende
o
período
entre
1940
e
1963.
As
cartas
de
Simone
a
Sartre
foram
dadas
como
perdidas
por
ocasião
da
publicação,
em
1983,
das
cartas
escritas
por
ele.
Somente
após
a
morte
de
Beauvoir,
Sylvie
Le
Bon
encontrou
o
volumoso
pacote
que
as
continha.
No
1º
volume
constam
as
cartas
que
o
casal
trocou
durante
a
guerra;
no
2º,
relatos
de
viagens
e
cartas
ternas
e
amorosas.
|
 |
|
|
 |
Cartas
a
Nelson
Algren
|
Lettres
à
Nelson
Algren
|
1997
Organizado
por
Sylvie
Le
Bon
de
Beauvoir,
o
livro
reproduz
a
correspondência
que
Simone
manteve
com
o
escritor
americano
Nelson
Algren,
com
quem
viveu
um
complicado
caso
de
amor,
que
se
estenderia
por
quase
vinte
anos.
O
teor
das
304
cartas
(escritas
entre
1947
e
1964)
revela,
entre
muitas
outras
coisas,
como
Beauvoir
dedicou-se
intensamente
a
essa
relação
paralela
ao
seu
já
polêmico
relacionamento
com
Sartre. |
 |
|
|
 |
Correspondance
Croisée
(avec
Jacques-Laurent
Bost)
|
2004
Esta
correspondência
começa
em
1937,
quando
Beauvoir
tinha
29
anos
e
já
vivia
com
Sartre
havia
8
anos.
Jacques-Laurent
Bost,
então
com
21
anos,
ex-aluno
de
Sartre,
tinha
vindo
estudar
filosofia
em
Paris.
A
moral
do
casal
Sartre-Beauvoir
pregava
a
transparência
das
relações
e
a
liberdade
dos
corpos.
Simone
não
esconde
de
Sartre
a
nova
relação
que
rapidamente
estabelece
com
Bost,
um
amor
que
será
clandestino
em
virtude
de
Olga
Kosackiewicz,
então
namorada
dele.
|
 |
|
|
 |
 |
 |
 |
 |
Pyrrhus
et
Cinéas
|
1944
Em
seu
primeiro
ensaio
filosófico
Beauvoir
sustenta
que,
na
ausência
de
um
deus
que
garanta
a
moralidade,
cabe
ao
indivíduo
criar
laços
com
seus
pares
através
de
ações
éticas
—
o
que
requer
projetos
capazes
de
expressar
e
encorajar
a
liberdade.
Este
ensaio
foi
traduzido
e
publicado
no
Brasil,
com
o
título
de
Pirro
e
Cinéias,
em
outro
livro:
Por
uma
Moral
da
Ambigüidade. |
|
|
|
 |
Por
uma
Moral
da
Ambigüidade
|
Pour
une
Morale
de
l'Ambiguïté
|
1947
Com
este
ensaio
Beauvoir
tentou
fazer
o
que
os
adversários
do
existencialismo
julgavam
impossível:
estabelecer
as
diretrizes
de
uma
moral
existencialista.
Simone
acreditava
que
era
possível
encontrar
na
liberdade
os
fundamentos
de
nossas
condutas.
Se
através
de
dúvidas
e
fracassos
conseguirmos
afirmar
concretamente
o
sentido
e
o
valor
da
existência,
nenhum
poder
externo
prevalecerá
contra
tal
afirmação.
|
 |
|
|
 |
L'Amérique
au
Jour
le
Jour
|
1947
Ao
mesmo
tempo
ensaio
e
testemunho,
este
livro
foi
escrito
depois
de
uma
temporada
de
quatro
meses
nos
Estados
Unidos,
em
1947.
No
relato
de
Simone
de
Beauvoir
pode-se
perceber
um
desejo
pronunciado
de
descobrir
um
novo
continente,
de
tudo
ver,
de
tudo
conhecer
e
aprender. |
 |
|
|
 |
O
Segundo
Sexo
I
-
Fatos
e
Mitos
|
Le
Deuxième
Sexe
(I)
|
1949
Lançado
numa
época
em
que
o
termo
"feminismo"
nem
sequer
havia
sido
cunhado,
este
livro
é
considerado,
hoje,
como
o
marco
inicial
da
prática
discursiva
da
situação
feminina.
Neste
primeiro
volume,
Simone
de
Beauvoir
aborda
os
fatos
e
mitos
da
condição
da
mulher
numa
reflexão
apaixonante
que
interessa
a
ambos
os
gêneros
humanos. |
 |
|
|
 |
O
Segundo
Sexo
II
-
A
Experiência
Vivida
|
Le
Deuxième
Sexe
(II)
|
1949
Segundo
volume
do
livro
que
examina
a
condição
feminina
em
todas
as
suas
dimensões:
a
sexual,
a
psicológica,
a
social
e
a
política.
Uma
proposta
de
caminhos
que
podem
levar
à
libertação
não
só
das
mulheres
como,
sobretudo,
dos
homens.
Complementação
de
uma
obra
que,
em
escala
mundial,
inaugurou
o
debate
sobre
a
situação
da
mulher. |
 |
|
|
 |
Privilèges
|
1955
Uma
coletânea
contendo
três
pequenos
ensaios:
Deve-se
Queimar
Sade?,
O
Pensamento
de
Direita
Hoje
e
Merleau-Ponty
e
o
Pseudo-Sartrismo.
Como
os
privilegiados
conseguem
pensar
em
sua
própria
situação?
É
a
esta
e
outras
questões
que
Simone
tenta
responder
em
seus
ensaios.
Os
privilégios
são
sempre
egoístas
e
torna-se
inviável
legitimá-los
aos
olhos
de
todos,
uma
vez
que
o
pensamento
sempre
visa
à
universalidade.
|
|
 |
|
|
 |
Deve-se
Queimar
Sade?
|
Faut-il
Brûler
Sade?
|
1955
Uma
interessante
análise
da
obra
de
o
Marquês
de
Sade
e
de
seu
fracasso
na
busca
por
uma
síntese
impossível
entre
duas
classes:
o
racionalismo
dos
filósofos
burgueses
e
os
privilégios
da
nobreza.
Este
ensaio
foi
publicado
numa
coletânea
intitulada
Privilèges.
O
livro
foi
traduzido
e
publicado
no
Brasil
na
década
de
60
e
70,
mas
com
a
extinção
da
editora
responsável
pela
publicação
ele
só
pode
ser
encontrado
atualmente
em
sebos.
|
 |
|
|
 |
O
Pensamento
de
Direita,
Hoje
|
La
Pensée
de
Droite,
Aujourd'hui
|
1955
Neste
livro,
Simone
de
Beauvoir,
indica
e
analisa
as
conceituações
e
posições
ideológicas
que
constituem
o
pensamento
de
direita
nas
artes,
na
ética,
no
jornalismo
político
e
em
vários
outros
campos
da
cultura
e
da
atividade
humana.
Este
ensaio
foi
publicado
numa
coletânea
intitulada
Privilèges.
|
 |
|
|
 |
A
Longa
Marcha
|
La
Longue
Marche
|
1957
Durante
uma
viagem
à
China,
em
1955,
em
companhia
de
Sartre,
Beauvoir
começa
a
redigir
um
longo
ensaio
no
qual
tenta
desvendar
a
vida,
a
sociedade
chinesa
e,
sobretudo,
o
lugar
das
mulheres
nesta
sociedade.
O
livro
chegou
a
ser
traduzido
e
publicado
no
Brasil,
mas
com
a
extinção
da
editora
responsável
pela
publicação
ele
só
pode
ser
encontrado
hoje
em
dia
nos
sebos.
|
 |
|
|
 |
Djamila
Boupacha
|
1962
Testemunho
escrito
sob
encomenda
e
em
parceria
com
a
advogada
Gisèle
Halimi
sobre
o
caso
de
Djamila
Boupacha,
uma
argelina
de
28
anos,
agente
da
FLN,
que,
acusada
de
um
atentado
a
bomba,
foi
seqüestrada,
torturada
e
violentada
com
uma
garrafa
quebrada
por
militares
franceses.
|
 |
|
|
 |
A
Velhice
|
La
Vieillesse
|
1970
Do
tratamento
que
as
sociedades
primitivas
davam
aos
idosos
até
conquistas
e
problemas
existentes
nas
sociedades
atuais,
Beauvoir
propõe
uma
mudança
radical
na
sociedade,
de
forma
a
desmistificar
as
hipocrisias
que
cercam
a
velhice.
Uma
obra
duramente
criticada,
mas
que
alcançou
repercussão
em
todo
o
mundo,
levantando
questões
e
soluções
para
os
idosos. |
 |
|
|
 |
| Les
Temps
Modernes
|
2002 |
Uma
compilação
de
vários
artigos
políticos
e
culturais
publicados
na
revista
Les
Temps
Modernes
escritos
por
Simone,
e
também
por
diversos
autores
tendo
como
tema
a
vida
e
obra
de
Beauvoir.
Criada
em
outubro
de
1945
por
Sartre
e
Simone,
Les
Temps
Modernes
foi
durante
muitos
anos
a
mais
prestigiada
revista
francesa
de
nível
internacional. |
|
 |
|
|
 |
 |
 |
|
1943
|
A Convidada
|
L'Invitée
|
romance
1944
|
Pyrrhus
et Cinéas
|
ensaio
1945
|
Les
Bouches Inutiles
|
peça
de teatro
(em
2 atos e 8 quadros)
1945
|
O Sangue
dos Outros|
Le Sang
des Autres
|
romance
1946
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Todos
os Homens são
Mortais |
Tous les
Hommes sont
Mortels
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romance
1947
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Por uma
Moral da Ambigüidade|
Pour une
Morale de l'Ambiguïté
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ensaio
1947
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L'Amérique
au Jour le Jour
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ensaio
1948
|
L'Existencialisme
et la Sagesse
des Nations
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ensaio
1949
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O Segundo
Sexo (I e II)
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Le Deuxième
Sexe |
ensaio
1954
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Os Mandarins
|
Les Mandarins
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romance
1955
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Privilèges
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ensaio
1955
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Deve-se
Queimar Sade?|
Faut-il
Brûler
Sade?
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ensaio
1955
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O Pensamento
de Direita,
Hoje|
La Pensée
de Droite, Aujourd'hui
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ensaio
1957
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A Longa
Marcha |
La Longue
Marche
|
ensaio
1958
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Memórias
de uma Moça
Bem-Comportada
|
Mémoires
d'une Jeune
Fille Rangée
1960
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A Força
da Idade |
La Force de
l'Age
|
memórias
1962
|
Djamila
Boupacha
|
testemunho
1963
|
A Força
das Coisas |
La Force des
Choses
|
memórias
1964
|
Uma Morte
Muito Suave
|
Une Mort Très
Douce
|
memórias
1966
|
As Belas
Imagens |
Les Belles
Images
|
romance
1968
|
A Mulher
Desiludida |
La Femme
Rompue
|
romance
1970
|
A Velhice
|
La Vieillesse
|
ensaio
1972
|
Balanço
Final |
Tout Compte
Fait |
memórias
1979
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Quando
o Espiritual
Domina |Quand
Prime le Spirituel
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romance
1981
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A Cerimônia
do Adeus|
La Cérémonie
des Adieux
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memórias
1990
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Journal
de Guerre
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memórias
1990
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Lettres
à Sartre
(I e II)
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memórias
1997
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Cartas
a Nelson Algren
|
Lettres à
Nelson Algren
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memórias
2004
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Correspondance
Croisée
(avec Jacques-Laurent
Bost) |
memórias |
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